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Brasil se declara livre de febre aftosa sem vacinação


O Brasil, com o maior rebanho bovino comercial do mundo, busca agora o reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal como país livre de febre aftosa sem vacinação.


Foto por: Reprodução


O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou nesta quinta-feira (2), no Palácio do Planalto, que o Brasil atingiu um marco histórico ao se tornar livre da febre aftosa sem a necessidade de vacinação dos rebanhos. A declaração aconteceu após a publicação de uma portaria no Diário Oficial da União reconhecendo a conquista.


O Brasil, com o maior rebanho bovino comercial do mundo, busca agora o reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como país livre de febre aftosa sem vacinação.

Esse status permitirá ao Brasil acessar mercados mais exigentes e remuneradores, como Japão e Coreia do Sul.

“É o início de um processo em que o Brasil troca de patamar com um grupo de elite sanitária mundial, que é muito mais difícil se manter nessa elite. Com toda a dedicação, com os estados, todo o sistema, envolvidos, vamos atingir mercados muito exigentes, mas muito recompensadores”, diz Fávaro.

Ao encerrar a vacinação contra a febre aftosa em mais de 244 milhões de bovinos e bubalinos em cerca de 3,2 milhões de propriedades, o país também espera uma economia direta de mais de R$ 500 milhões em custos de vacinação.


Reconhecimento internacional


O próximo passo é buscar o reconhecimento internacional pela OMSA, que exige a suspensão da vacinação contra a febre aftosa e a proibição de ingresso de animais vacinados nos estados por pelo menos 12 meses.


O Brasil pretende apresentar o pleito em agosto de 2024 e aguarda o resultado durante a assembleia geral da entidade, em maio de 2025.

Atualmente, somente alguns estados brasileiros possuem o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação pela OMSA.


Com essa evolução, o país fortalece sua posição como um dos líderes globais na produção agropecuária e busca aumentar a confiança dos consumidores e parceiros comerciais na qualidade e segurança dos produtos de origem animal brasileiros.

Fonte: Canal Rural/Gabriel Azevedo

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