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Homem é preso por matar esposa, enterrá-la no quintal e sacar aposentadoria dela por um ano em MT


Corpo de mulher de 66 anos é encontrado enterrado atrás da casa — Foto: Polícia Civil/Cedida

Um homem foi preso, nessa quarta-feira (23), suspeito de matar a esposa, de 66 anos, a pauladas há três anos e por enterrar o corpo no quintal da casa, de acordo com o delegado da Polícia Civil, Flávio Leonardo. Ele ainda passou cerca de um ano recebendo a aposentadoria dela. O crime ocorreu em Bom Jesus do Araguaia, a 983 km de Cuiabá.


A vítima desapareceu em 2019 e deixou uma propriedade rural avaliada em mais de R$ 1 milhão e com cabeças de gado, além de um imóvel na cidade. Para as pessoas, o homem dizia que ela havia fugido com um amante e, desde então, não teria dado mais notícias.


O caso veio à tona após a polícia receber uma denúncia de um possível "calote". A denunciante informou que a vítima não havia honrado um compromisso firmado. Porém, as circunstâncias do desaparecimento chamou a atenção dos policiais, porque, pouco antes de sumir, ela havia feito um empréstimo bancário em um valor alto.


O marido, com quem a vítima viveu há mais de 19 anos, passou a ser considerado o principal suspeito do caso. Por isso, foi intimado a prestar depoimento na delegacia de Ribeirão Cascalheira, a 893 km da capital. De acordo com a polícia, em um primeiro momento, ele manteve a versão de que a esposa teria fugido. Mas, em seguida, confessou o crime e indicou o local onde enterrou o corpo.


Segundo a polícia, ele matou a mulher a pauladas na região da nuca durante uma discussão por motivo banal. Depois, arrastou o corpo para uma fossa atrás da casa e a enterrou. Mesmo após o crime, ele continuou vivendo na residência e passou a sacar mensalmente a aposentadoria da mulher por aproximadamente um ano.


Agora, ele deve responder por ocultação de cadáver, feminicídio por motivo fútil e por estelionato previdenciário. Segundo o delegado Flávio, já foi feita a representação para converter a prisão em flagrante para preventiva.


Fonte da Notícia: G1 Mato Grosso

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