Justiça de Tangará condena criminoso com ficha pesada por assassinato cruel ocorrido em 2018
- Da Reportagem

- 18 de jul. de 2025
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O Tribunal do Júri de Tangará da Serra condenou Clenio Marques Cavalcante, vulgo Baiano, pelo assassinato qualificado de José Ronaldo Campos, ocorrido em agosto de 2018 no bairro Jardim Atlântida. O crime teve como motivação uma vingança ligada a dívidas de drogas. Durante o julgamento, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, Clenio e um comparsa identificado como Marcio dos Santos foram até uma residência para cobrar uma dívida. No local, encontraram a vítima consumindo entorpecentes com outros usuários. A dupla iniciou as agressões com golpes de capacete, surpreendendo José Ronaldo.
Mesmo tentando fugir, a vítima foi alcançada por Clenio, que sacou uma faca e desferiu os golpes fatais. Após o ataque, os dois suspeitos fugiram do local. O processo contra Marcio dos Santos foi desmembrado, já que ele permanece foragido.
Durante o júri, o promotor de Justiça Aldo Kawamura Almeida representou o Ministério Público e reforçou o caráter cruel e premeditado do crime. O Conselho de Sentença não teve dúvidas sobre a responsabilidade de Clenio na execução do homicídio.
Clenio Cavalcante é figura conhecida do setor policial. Em 2019, ele foi preso por outros crimes e tem no currículo duas tentativas de homicídio, além de envolvimento direto nas mortes de Taís Souza Picitelli, de 30 anos, morta em um barracão abandonado no Jardim Paraíso, e de Luciano Abrão, assassinado em frente a uma casa noturna da Rua 26.







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