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Polícia busca corpos de vítimas de suposta chacina no interior de MT



Estão em andamento as diligências da Polícia Civil para apurar uma suposta chacina que teria ocorrido na madrugada de ontem (14) para hoje (15) em Campo Novo do Parecis (a 401 km de Cuiabá). O crime teria possivelmente 6 vítimas fatais, sendo que apenas um corpo foi localizado. Uma das vítimas relatou que se fingiu de morta, por isso sobreviveu. Um suspeito, dentre 8, foi preso.

 

 

De acordo com informações da Polícia Civil, a Polícia Militar foi acionada nesta terça-feira (14) para atender uma ocorrência de um homem que estava no depósito de lixo localizado na rodovia MT-235, dizendo que foi vítima de roubo.

 

No local a vítima foi encontrada com ferimentos pelo corpo e contou que mora em um alojamento com outros 6 trabalhadores, e por volta das 23h de ontem (14) estava dormindo quando foi acordado por 8 suspeitos encapuzados e em posse de armas de fogo.

 

Os criminosos teriam feito todos os funcionários do alojamento reféns, os torturaram, ameaçaram, os amarraram e colocaram dentro dos porta-malas de dois veículos, um Chevrolet Onix e uma caminhonete vermelha.

 

As vítimas foram todas levadas para a ponte do Rio do Sangue, onde foram executadas e jogadas no rio. O sobrevivente disse que se fingiu de morto e após a saída dos criminosos ele andou 5 quilômetros até chegar ao depósito de lixo, onde pediu ajuda.

 

Já por volta das 3h os policiais foram até o rio onde teriam ocorrido os assassinatos e encontraram vestígios de sangue e um corpo submerso na água. A Polícia Civil foi então acionada para tomar as providências.

 

Quando os policiais militares retornavam para a cidade encontraram nas margens da pista, uma caminhonete com as características da mencionada pela vítima, com dois suspeitos dentro. Um deles foi preso ao tentar fugir em uma motocicleta e depois encaminhado à delegacia de Campo Novo do Parecis para prestar esclarecimentos.

 

A Polícia Civil informou que as diligências para apurar os fatos ainda estão em andamento e não há mais detalhes a serem passados sobre os suspeitos e as vítimas.



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