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Produtor de Campo Novo terá que prestar esclarecimentos a CPMI que investiga ataque em Brasília


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro aprovou a convocação de seis mato-grossenses para prestar esclarecimentos. Entre os convocados estão lideranças do agronegócio, empresários do agro e o condenado por tentar explodir caminhão-tanque em Brasília, Alan Diego dos Santos Rodrigues, de Comodoro (MT).


Um dos convocados é o sojicultor e empresário do ramo do transporte, Edilson Antônio Piaia, que é de Campo Novo do Parecis. Conforme aponta a investigação, ele é suspeito de ter financiado os atos golpistas de janeiro. Ele também teve suas contas bancárias bloqueadas.


A lista inclui ainda os produtores de soja de Mato Grosso, Roberta Bedin e Argino Bedin. Ambos também são suspeitos de ter financiado atos antidemocráticos em Brasília após o segundo turno da eleição de 2022 e chegaram a ter os bens bloqueados por ordem do Supremo.


Também constam os empresários Leandro Pedrassani e José Carlos Pedrassani, que são acusados de financiar os atos de 8 de janeiro e serão ouvidos como testemunhas na CPMI.


Além disso, nomes como Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, além dos militares e ex-ministros Walter Braga Netto e Augusto Heleno. No total, foram acatados os pedidos no último dia 13 de julho.


A relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), disse na aprovação que a comissão investigará e identificará os autores intelectuais, financiadores e dos responsáveis pelos atos que, na visão dela, traçam a linha cronológica até os ataques de janeiro.


Com informações do RD News e Gazeta






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