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Filha cobra respostas após morte da mãe durante cirurgia em Tangará da Serra


Mãe e filha em forografia antes do falecimento de Jéssica (Foto: Reprodução)
Mãe e filha em forografia antes do falecimento de Jéssica (Foto: Reprodução)

A morte da empresária e professora Jéssica Santiago Souza, de 33 anos, segue gerando comoção e cobrança por respostas em Tangará da Serra. A filha dela, Yasmim Souza Menezes, usou as redes sociais para pedir providências e cobrar posicionamento do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) sobre o caso.


Jéssica morreu no dia 17 de fevereiro de 2026, após passar por um procedimento estético que envolvia cruroplastia e lipoescultura, realizados com anestesia geral. Segundo a família, a mulher era saudável e havia feito exames antes da cirurgia.


De acordo com informações registradas pela Polícia Civil, durante o procedimento Jéssica apresentou instabilidade hemodinâmica, evoluindo para uma parada cardiorrespiratória. A equipe médica ainda tentou reanimá-la, mas ela não resistiu e morreu ainda durante o atendimento.

Jéssica morreu em meados de fevereiro de 2026 (Foto: Redes sociais)
Jéssica morreu em meados de fevereiro de 2026 (Foto: Redes sociais)

Em publicação nas redes sociais, a filha afirma que a mãe teria tido o pulmão perfurado durante a cirurgia, informação que, segundo ela, estaria em laudo pericial. Yasmim também questiona o fato de o profissional que realizou o procedimento não ser especialista em cirurgia plástica, o que aumenta ainda mais a revolta da família.


O caso segue sendo investigado, tanto pela Polícia Civil quanto pelo CRM-MT, que abriu uma sindicância para apurar se houve falha médica. Até o momento, a unidade hospitalar onde o procedimento foi realizado não teve o nome divulgado.


NOTA DO CRM-MT NA ÍNTEGRA:

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) informa que tomou conhecimento da morte de uma mulher de 33 anos, ocorrida no município de Tangará da Serra, após a realização de um procedimento cirúrgico.

Em cumprimento às suas atribuições legais de fiscalização do exercício profissional, o Conselho instaurou sindicância para apurar as circunstâncias da morte, com o objetivo de verificar se houve eventual infração ao Código de Ética Médica.

O CRM-MT esclarece que a sindicância é o procedimento preliminar utilizado pelos Conselhos de Medicina para investigar possíveis irregularidades no exercício da profissão.

O Conselho ressalta ainda que todas as sindicâncias e processos ético-profissionais tramitam sob sigilo, conforme estabelece o Código de Processo Ético-Profissional dos Conselhos de Medicina, a fim de garantir a adequada apuração dos fatos e preservar as partes envolvidas.

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