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Foragida de Mato Grosso é presa trabalhando em quiosque na praia de Copacabana

há 26 minutos
2 min de leitura

Alvo da Operação Nocaute é localizada no Rio de Janeiro; segundo a investigação, mulher teria recebido R$ 169 mil de uma vítima

Uma investigação que começou em Mato Grosso terminou com uma prisão a milhares de quilômetros de distância. Uma mulher de 44 anos, alvo da Operação Nocaute, da Polícia Civil de Mato Grosso, foi presa nesta segunda-feira (21), no Rio de Janeiro.


Considerada foragida da Justiça e investigada por suposto envolvimento com uma facção criminosa, a mulher foi localizada trabalhando em um quiosque na praia de Copacabana, um dos locais mais conhecidos e movimentados da capital fluminense.


A prisão foi realizada com apoio da equipe da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) da Polícia Civil do Rio de Janeiro.


A Operação Nocaute foi deflagrada na última sexta-feira (18) pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop e teve como objetivo desarticular integrantes do núcleo de uma organização criminosa instalada no município, com conexões no estado do Rio de Janeiro.


Pix de R$ 169 mil entrou na mira da investigação

Segundo as investigações, a mulher teria recebido, por meio de uma conta bancária, uma transferência via Pix realizada por uma vítima de um crime ocorrido em Sinop.


O valor, de R$ 169 mil, teria sido transferido em 27 de setembro de 2025. Conforme a Polícia Civil, nas horas seguintes, o dinheiro foi distribuído por meio de diversas transferências de valores menores para diferentes pessoas.

Para os investigadores, a movimentação seria parte de um esquema de lavagem de dinheiro.


O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Sinop, pelos crimes de integração de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Mesmo após deixar Mato Grosso, a investigada acabou localizada pela polícia no Rio de Janeiro.


Após a prisão, ela foi encaminhada ao sistema prisional feminino e permanece à disposição da Justiça de Mato Grosso.

A Draco de Sinop continua realizando diligências para localizar outros investigados que ainda possuem mandados de prisão em aberto.

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