Mãe condenada por estuprar e matar o filho e jogar corpo em canavial é presa 13 anos após o crime em Tangará da Serra
- Da Reportagem

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Atualizado: há 4 horas

A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Regional de Tangará da Serra, cumpriu nesta quarta-feira (01) um mandado de prisão por regressão cautelar contra R. O. G., conhecida como “Rose”. A mulher foi condenada a 39 anos de reclusão em regime fechado pelos crimes de homicídio (art. 121) e estupro de vulnerável (art. 217-A), previstos no Código Penal.
O caso chocou a região e ganhou repercussão na época. O crime aconteceu em 2013, quando a própria mãe assassinou o filho de apenas dois anos de idade e abandonou o corpo em um canavial, nas proximidades da casa da família, em Tangará da Serra. Agora, mais de uma década depois, a condenação resultou na prisão da acusada.
Na época, a mulher confessou à Policia Civil que cometeu o crime sozinha e ainda disse que os abusos sexuais, os quais haviam deixado marcas de violência no cadáver, foram praticados por ela mesma.
De acordo com a delegada Liliane Diogo, a acusada contou em detalhes como cometeu o crime e levou os policiais até o local para mostrar como tudo ocorreu até a morte da criança, em um canavial a 450 metros da casa da família. Ela teria utilizado um pedaço de madeira para golpear o menino.
Depois, acreditando que ele estava morto, depositou o corpo em outro ponto do canavial, a mais de dois quilômetros da casa. A perícia concluiu que a criança ainda estava viva quando foi deixada no local e que morreu em decorrência de choque hipovolêmico (perda de sangue).

A prisão desta quarta-feira marca um desfecho importante para o caso, considerado um dos mais brutais já registrados na região. A condenação reforça a responsabilização penal mesmo após anos do crime, trazendo uma resposta da Justiça diante da gravidade dos fatos.
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