top of page

Rio Sepotuba registra quatro mortes por afogamento em 2026; média é de uma morte a cada 15 dias



Sepotuba: parece tranquilo, mas é traiçoeiro (Imagem: Enfoque Business)
Sepotuba: parece tranquilo, mas é traiçoeiro (Imagem: Enfoque Business)

Olhando assim para a imagem acima, até parece um rio tranquilo e sem ocorrências periogosas, porém, somente no ano de 2026 este rio, um dos mais importantes e imponentes da região, já contabiliza quatro mortes por afogamento. Esse é o Rio Sepotuba, na região de Tangará da Serra.


O caso mais recente foi o de Edson Pereira dos Santos, de 47 anos, cujo corpo foi localizado na manhã desta segunda-feira, dia 2 de março, após desaparecer nas águas do rio na noite de 28 de fevereiro, sábado.


Edson participava de uma pescaria nas proximidades da ponte da Calcário, no assentamento Antônio Conselheiro, quando o barco em que estava se envolveu em acidente e virou. Ele e os demais ocupantes não utilizavam colete salva-vidas. O Corpo de Bombeiros realizou buscas desde o comunicado do desaparecimento até a localização do corpo.


Estatísticas

Além dele, outras três mortes foram registradas neste ano no Sepotuba, incluindo duas pessoas com mais de 40 anos e uma criança de 10 anos. Os casos ocorreram em trechos do rio que abrangem também os municípios de Barra do Bugres e Nova Olímpia.


Com quatro mortes registradas entre 1º de janeiro e 2 de março — um intervalo de 61 dias — a média é de uma morte a cada 15 dias no Rio Sepotuba em 2026.


O número acende o alerta para os riscos, especialmente no período de chuvas, quando o nível da água sobe e a correnteza se intensifica.


A recomendação é que banhistas e pescadores utilizem equipamentos de segurança, evitem consumo de bebida alcoólica antes de entrar na água e redobrem a atenção em áreas de maior profundidade.

Comentários


bottom of page